Flávio Dino autoriza licitação para construção da Ponte Central – Bequimão

Governador Flávio Dino e secretário Clayton Noleto (Infraestrutura)

Governador Flávio Dino e secretário Clayton Noleto (Infraestrutura)

O projeto para a construção da ponte que liga os municípios de Central do Maranhão e Bequimão ficou pronto e foi apresentado na manhã desta segunda-feira (06) ao governador Flávio Dino. Com a extensão de 580 metros, a ponte vai interligar 10 municípios da Baixada Maranhense e encurtar em 125km o deslocamento dos moradores da região. Após conhecer o projeto técnico, o governador autorizou a licitação para a construção da ponte.

A estimativa para a execução da obra é de, aproximadamente, R$ 59 milhões, para a qual o governador autorizou a abertura da licitação. A primeira fase, que consistiu na elaboração do projeto técnico, constatou os detalhes técnicos para que a obra esperada por décadas na região pudesse começar a se concretizar. mapa

A ponte passará sobre o rio Pericumã, que possui 25m de profundidade de solo mole e requer maior resistência para as armações de concreto. Os técnicos da empresa responsável pela elaboração do projeto detalharam ao governador e aos secretários Clayton Noleto (Infraestrutura) e Marcelo Tavares (Casa Civil) todos os passos que se seguirão para que a ponte vire realidade.

Com ela, dez municípios terão maior facilidade no deslocamento regional e também facilitará o escoamento da produção dessas cidades para outras regiões. Com a nova ponte que será construída pelo Governo do Estado, os municípios de Bequimão; Central do Maranhão; Mirinzal; Guimarães; Cedral; Cururupu; Porto Rico; Serrano do Maranhão; Bacuri e Apicum-Açu terão mais facilidade no acesso à capital. Isto porque a ponte também reduzirá em 32 km a distância para chegar a MA-106, que dá acesso ao Cujupe.

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Projeto da ponte Central/Bequimão será concluído em 45 dias

O secretário Clayton Noleto (Infraestrutura) anunciou pelo Twitter que o projeto executivo para a construção da ponte, que vai ligar os municípios de Bequimão a Central do Maranhão estará pronto em 45 dias.

Antigo sonho da população da região do Litoral Ocidental Maranhense, a construção da ponte é um compromisso do governador Flávio Dino. Em março, ele assinou ordem de serviço para a elaboração do projeto executivo da obra. A ponte sobre o rio Pericumã terá 580 metros de extensão.

Rio Pericuma

 

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O governador Flávio Dino assinou a ordem de serviço para elaboração do projeto de execução da ponte sobre o Rio Pericumã, que ligará o município de Bequimão à Central do Maranhão. A obra é mais um compromisso de campanha assumido pelo governador, que começa a se tornar realidade em apenas dois meses de gestão.

Há 40 anos, a população de dez municípios da região da Baixada Maranhense reivindica a construção da ponte que facilitará o acesso da capital aos municípios de Bequimão; Central do Maranhão; Mirinzal; Guimarães; Cedral; Cururupu; Porto Rico; Serrano do Maranhão; Bacuri e Apicum-Açu. A obra tem 600 metros de extensão e reduzirá em 32 km a distância para chegar a MA-106, que dá acesso ao Cujupe.

O município de Serrano do Maranhão é uma das cidades beneficiadas com o Plano de Ação ‘Mais IDH’ e a ponte como acesso à capital constitui incentivo importante para as atividades comerciais no município. O governador Flávio Dino considerou a construção da ponte como o início de um conjunto de ações que elevará a qualidade de vida no município e na região.

“Serrano do Maranhão possui baixo índice de desenvolvimento econômico, temos que desenvolver diversas ações sociais nesta região e a ponte Central Bequimão é uma delas, que dará luz à economia municipal, gerando emprego e renda aos moradores”, garantiu o governador.

Mapa

O secretário de Infraestrutura, Clayton Noleto, ressalta que a construção da ponte permitirá a integração do desenvolvimento econômico e social, gerando riquezas e oportunidades de trabalho aos moradores. “A ponte é um desejo da maioria da população da Baixada que precisa ter as mesmas chances sociais dos ludovicenses. O projeto está sendo elaborado com técnicas precisas, depois em ato contínuo vamos licitá-lo e, em seguida, darmos prosseguimento a concretização da obra. A ponte representa um novo momento para o estado, é uma verdadeira virada de página na história do Maranhão”, afirmou o secretário.

Ao finalizar o anúncio da ponte Central Bequimão, o governador ratificou a importância do empreendimento para a Baixada. “O sonho vai se tornar realidade. O que era lenda estamos desatando o nó e concretizando o sonho. A ponte vai combater a exclusão social e regional, tirando do isolamento os municípios daquela região. Tudo vai melhorar ali, como o fluxo de turismo e econômico. Dentro de 180 dias o projeto sai do papel e daremos início a obra”, detalhou o governador.

Vereador quer reforma de ponte e desobstrução de rio

"Estrutura" da ponte sobre o Rio do Jacioca

“Estrutura” da ponte sobre o Rio do Jacioca

O vereador Elanderson (SD) encaminhou ofícios ao prefeito Zé Martins (PMDB) e à Secretaria de Meio Ambiente, solicitando urgentemente a conclusão da reforma da ponte e a desobstrução do leito do Rio do Jacioca.

Iniciada em setembro, a reforma da ponte sobre o Rio do Jacioca, conhecido pelos moradores como Rio de Feliciano, a a obra não foi concluída. E há algumas semanas os serviços foram paralisados.requerimento

Com a não conclusão da reforma da ponte a empresa contratada pela prefeitura para recuperar a estada vicinal que liga Jacioca/Mojó/Vila do Meio efetuou a obstrução (entulhamento/tapagem) de um trecho do leito do Rio de Feliciano para que seus veículos (caçambas e motoniveladora) pudessem transitar pela localidade.

“Entretanto, a tapagem do Rio está provocando grandes prejuízos aos moradores (pescadores e trabalhadores rurais) e, principalmente, ao meio ambiente, pois tal ação tem afetado negativamente todo ecossistema em que o Rio está inserido”, afirma o vereador. Clique AQUI e leia mais.

Com informações do Blog do Elanderson

Edinho revela acordo imoral de Sarney Filho contra a Baixada

Do Blog do Garrone

sar-e-sarney-filho-300x219O pré-candidato ao governo do Maranhão pelo PMDB, Edinho Lobão, teria revelado durante conversa com prefeitos da Baixada Maranhense um acordo feito entre o prefeito de Pinheiro, Filuca Mendes, e o deputado federal Sarney Filho, contra a população que sonha com a construção de uma ponte sobre o Rio Pericumã.

Com 110 metros de extensão, a ponte pretende interligar cidades como Guimarães, Mirinzal, Cururupu, Cedral, Porto Rico, Serrano, Apicum-Açu e Bacuri beneficiando moradores dessas regiões com a redução da distância considerável entre Bequimão e Cedral, que de 100 km passará a ser apenas de 32km, podendo ser feito em meia hora.

Prefeitos que participaram da reunião com o pré-candidato e pediram empenho do peemedebista para que a obra, de responsabilidade da Secretaria de Cidades, saia definitivamente do papel, ouviram uma resposta negativa de Edinho, alegando que não podia fazer nada por conta desse suposto acordo entre o prefeito Filuca e o deputado federal Sarney Filho.

Edinho Lobão teria revelado que o prefeito apoiaria Adriano Sarney para deputado estadual, filho do deputado Sarney Filho, que por sua vez usaria sua força e influência contra a construção da ponte.

De acordo com prefeitos que participaram da reunião, o prefeito mantém negócios que seriam prejudicados com a construção da ponte.

A obra da Ponte sobre o Rio Pericumã está orçada em R$ 22 milhões e interligará pelo menos 10 municípios na Baixada Maranhense, melhorando o escoamento da produção local por causa da diminuição da distância entre as cidades.

Aconteceu em Mirinzal

Do Jornal Pequeno

O ex-governador José Reinaldo Tavares revela em seu artigo desta terça-feira (veja íntegra na página 4) um episódio que se passou, semana passada, durante a visita da governadora Roseana Sarney a Mirinzal.

No artigo, Reinaldo cita uma carta que recebeu de um amigo e morador daquele município:

“Meu bom amigo, a governadora esteve em Mirinzal e fez o de costume: promessa de construir a ponte sobre o Pericumã e a estrada de Bequimão para Central, asfalto para prefeituras e convênios. Porém, o que chamou atenção foi que, ao ver faixas de alunos do ensino médio sobre a escola inacabada desde o governo anterior, falou que por ela a escola já estaria concluída e que o problema estaria no Ministério Público. Dito isso, responsabilizou o ex-prefeito Brasil pelo problema. Quando ela foi à casa dele fazer a visita, Brasil se queixou e ela se retratou, dizendo que se referia ao governo de Jackson Lago. Na realidade, o que ocorreu foi que a obra se iniciou no final do governo de Jackson, em convênio com a prefeitura. Foi liberado em torno de 60% do valor total da obra e diz Brasil que fez o correspondente, mas que, embora o dinheiro tivesse empenhado, não conseguiu que o governo dela pagasse o restante. Assim, ele resolveu entregar a obra de volta para o estado e se tornou mais uma prova da irresponsabilidade dos mandatários da educação do Maranhão. Acho até que o Jornal Pequeno poderia mandar fotografar a obra e pedir a Brasil a explicação do problema. Quem sabe até obter umas palavras dos estudantes prejudicados”!

Desperdício de dinheiro público em Bequimão

Do idifusora.com

BeqUm exemplo de desperdício de dinheiro público acontece no município de Bequimão, na Baixada Maranhense. Duas obras que poderiam já estar atendendo a milhares de pessoas estão abandonadas.

A obra da ponte que liga a sede do município aos povoados do Balandro, Santa Vitória e outras localidades está parada há anos. As vigas do fundamento e uma parte da pista de rolamento foram construídas em diferentes períodos com verba pública, inclusive com repasse federal.

A ponte poderia resolver o problema de escoamento e facilitar a ligação com os povoados. A população dessas localidades são obrigadas a desviar o caminho para chegar ao centro de Bequimão. Uma ponte improvisada em madeira dá acesso somente a bicicletas.

O que foi construído até agora está se acabando no tempo. A força da maré e o salitre estão destruindo o ferro e o concreto.

A outra obra é uma estrutura em concreto para suportar uma caixa de água que atenderia dezenas de moradores no povoado de Balandro. Os recursos do governo federal, superiores a R$ 175 mil (conforme a placa de publicidade), foram mal empregados, porque a caixa caiu e nunca serviu ao seu propósito.

A caixa caiu há muito tempo e nunca foi recolocada, assim como não foram feitos as instalações para a distribuição da água aos moradores.